Como surgiu o Motocross?
Como surgiu o motocross?
Para falarmos do surgimento do Motocross, precisamos voltar lá para a Inglaterra, na década de 30, pouco tempo depois da invenção das motos. Seu surgimento tem relação com as corridas de Cross Country, que eram disputas que se caracterizavam pela velocidade ser mais baixa e as manobras serem controladas que incluem curvas e retas.
A primeira competição internacional, aconteceu apenas em 1939, na França, e foi graças a isso que as competições ganharam um padrão, de provas e regras. O vencedor não era quem chegava primeiro, e sim aquele que atingia a maior quantidade de pontos durante sua apresentação.
Foi depois dos anos 50 que o esporte se popularizou, chegando aos Estados Unidos na década de 60, onde vários pilotos europeus se radicaram para desenvolver a modalidade nessas terras.

Fonte: Moto Off-Road
Quando chegou no Brasil?
Foi apenas em 1971 que o Motocross chegou no Brasil. A primeira prova foi realizada em Curitiba, no Paraná, e outra em São Paulo pouco tempo depois. Era o início de um esporte que havia dado seus primeiros pulos na Europa pós-Guerra.

Fonte: BRMX
O Mundial da categoria já acontecia desde 1957. A guerra tinha terminado há um bom tempo e as pessoas viajavam mais tranquilas pelo mundo, trazendo informações das terras gringas. E foi assim que tudo começou.
Influenciados pela febre que virava na Europa, os motociclistas brasileiros começaram a organizar as primeiras corridas em 71. O Campeonato Brasileiro viria a ser criado 2 anos depois, com vitória do catarinense Nivanor Bernardi.
Depois, apareceram figuras como Walter ”Tucano” Barshi, Paulê Salvalage, Roberto Boettcher e Pedro ”Moronguinho”, que até hoje é o maior campeão brasileiro de motocross de todos os tempos.
Primeiros Investimentos
Nos anos 80, a marca de cigarro Marlboro entrou como patrocinador do campeonato brasileiro, fazendo com que a sua concorrente, Hollywood, criasse seu próprio campeonato, que foi um dos mais badalados. Além disso, a Yamaha investiu em pilotos e treinamentos. Primeiro, a fábrica trouxe o finlandês quatro vezes campeão mundial, Heikki Mikkola, para ministrar cursos no seu centro de treinamento. Depois, formou uma equipe com os americanos Rodney Smith e Kenny Keylon.
O motocross ganhou visibilidade e novos nomes como Álvaro ”Paraguaio” Cândido Filho, Jorge Negretti, Rogério Nogueira, Eduardo Saçaki, Cássio Garcia e Gilberto ”Nuno” Narezzi começaram a aparecer.
E em 1985, em Nova Lima, Minas Gerais, rolou a primeira prova do Mundial disputado no Brasil. Foi uma prova de 125cc, vencida pelo finlandês Pekka Vehkonen, que pilotava uma moto da marca italiana Cagiva.
Nos anos 90, as grandes empresas de cigarro já não eram mais patrocinadoras do esporte e o motocross viveu um momento difícil. Foi quando a Honda entrou em parceria com a Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) e trouxe outro respiro para o campeonato nacional.
Da metade da década em diante, aconteceu o Skol Supercross – Campeonato Brasileiro -, o mais organizado e prestigiado campeonato da modalidade no Brasil. Depois dele, houve outras tentativas de realizar um certame nacional de SX, mas nenhum perdurou.

Fonte: BRMX
“Era Moderna”
Chegou o século 21 e com ele vieram novos parceiros, novos pilotos, novas categorias. O mineiro Antônio Jorge Balbi Júnior firmou-se como principal piloto do país, fazendo temporadas impressionantes nos campeonatos norte-americanos – algo impensável até o final da década de 90.
Já no fim da década, Honda e CBM encerraram a parceria de anos, o que culminou com o surgimento de dois campeonatos nacionais: a Superliga Brasil – organizada pela Romagnolli Promoções e Eventos, com patrocínio da Honda – e o campeonato brasileiro de Motocross organizado pela CBM.

Fonte: Revista Moto Adventure
O cenário de duas frentes durou pouco tempo. A Superliga persistiu somente até 2013 como campeonato, e fez uma etapa única em 2015. E o Brasileiro de motocross concentrou os esforços de todos.
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